Postado em
24 de novembro de 2011
“O papel da intervenção do professor na aprendizagem da língua escrita: o trabalho com grupos diversificados na sala de aula.”

Profª Grazielle Marques Roberto
A profa. Grazielle Marques Roberto desenvolveu oficina com o 6º per. de Pedagogia sobre o papel da intervenção do professor na aprendizagem da língua escrita por meio do o trabalho com grupos diversificados em sala de aula.
Grazielle é aluna egressa de nosso curso, graduada em agosto de 2011, e já está atuando em classe de alfabetização em escolas pública e particular de Varginha. O seu trabalho ganha destaque com a aplicação das ideias sociointeracionistas no campo da alfabetização, especialmente com a intervenção em grupos heterogêneos.
Durante a oficina, Grazielle falou dos desafios e possibilidades da prática alfabetizadora e desenvolveu atividades práticas com as alunas.





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PLANO DE AULA
Assunto: atividade de escrita com uma cantiga de roda – trabalho com a família silábica do “S”.
Objetivo
Fazer com que os alunos possam avançar na reflexão sobre o sistema de escrita.
Desafios colocados para os alunos
• Escolher quantas e quais letras serão utilizadas.
• Refletir sobre escolhas diferentes para a mesma necessidade (quando a atividade for em dupla e os dois colegas fazem opções diferentes sobre quantas e quais letras utilizar).
• Interpretar a própria escrita (ler o que escreveu), justificando para si mesmo e para os outros as escolhas feitas ao escrever.
Desenvolvimento
1. Será apresentada a família silábica do s, depois os alunos se sentarão em rodinha para cantar a música “O sapo não lava o pé” e logo em seguida será escrita a letra da música no papel craft.
2. Organizar agrupamentos heterogêneos produtivos, em função do que os alunos sabem sobre a escrita e sobre os conteúdos da tarefa que devem realizar (a atividade pode ser feita em duplas). Os alunos pré-silábicos e os silábicos ficarão juntos; eles receberão um conjunto de letras móveis. Então, será falada uma palavra e os alunos terão que formar a palavra. Um aluno por vez coloca uma letra e explica porque colocou e assim continua até a palavra se formar. Para o grupo de alunos silábico-alfabéticos com alfabéticos, também serão distribuídas letras móveis, mas somente aquelas que compõem a letra da música “O sapo não lava o pé”. Juntos devem refletir sobre a escrita e pensar sobre quais letras utilizar, sem deixar sobrar nenhuma letra.
3. Esclarecer as diferentes funções do trabalho em dupla: um escreve e o outro dita, cada um contribuindo com o outro.
4. Certificar-se de que os alunos não consultam o texto; isto transformaria a atividade em uma situação e cópia, que não é a proposta.
5. Ajustar o nível de desafio às possibilidades dos alunos, para que realmente tenham problemas a resolver.
6. Garantir a máxima circulação de informações, promovendo a socialização das produções escritas.
Adequação da atividade considerando os conhecimentos dos alunos
Alunos com escrita não-alfabética:
• Os alunos com escrita silábica, por exemplo, que já fazem uso do conhecimento sobre o valor sonoro das letras, podem fazer parceria com alunos com escrita silábica que fazem pouco ou nenhum uso do valor sonoro, com alunos de escrita silábico-alfabética ou de escrita pré-silábica.
Nessas parcerias podemos propor que:
• Os alunos com escrita silábica, que fazem pouco ou nenhum uso do valor sonoro, escrevam, enquanto os alunos com escrita silábica, que já fazem uso do valor sonoro das letras, ditam.
• Os alunos com escrita pré-silábica ditem e os outros parceiros escrevam.
• Os alunos com escrita silábica, que já fazem uso do valor sonoro das letras, escrevam, enquanto s alunos com escrita silábico-alfabética ditam.
Alunos com escrita alfabética:
• Alunos com escrita alfabética podem ser organizados em duplas para realizar a atividade da mesma forma, tendo que pensar nas questões ortográficas. Outra possibilidade é escrever o texto usando letras móveis – o professor deve selecionar e entregar somente as letras que compõem a escrita da canção, tendo os alunos que se concentrar na escrita precisa das palavras.
Assunto: atividade de escrita com uma cantiga de roda – trabalho com a família silábica do “S”.
Objetivo
Fazer com que os alunos possam avançar na reflexão sobre o sistema de escrita.
Desafios colocados para os alunos
• Escolher quantas e quais letras serão utilizadas.
• Refletir sobre escolhas diferentes para a mesma necessidade (quando a atividade for em dupla e os dois colegas fazem opções diferentes sobre quantas e quais letras utilizar).
• Interpretar a própria escrita (ler o que escreveu), justificando para si mesmo e para os outros as escolhas feitas ao escrever.
Desenvolvimento
1. Será apresentada a família silábica do s, depois os alunos se sentarão em rodinha para cantar a música “O sapo não lava o pé” e logo em seguida será escrita a letra da música no papel craft.
2. Organizar agrupamentos heterogêneos produtivos, em função do que os alunos sabem sobre a escrita e sobre os conteúdos da tarefa que devem realizar (a atividade pode ser feita em duplas). Os alunos pré-silábicos e os silábicos ficarão juntos; eles receberão um conjunto de letras móveis. Então, será falada uma palavra e os alunos terão que formar a palavra. Um aluno por vez coloca uma letra e explica porque colocou e assim continua até a palavra se formar. Para o grupo de alunos silábico-alfabéticos com alfabéticos, também serão distribuídas letras móveis, mas somente aquelas que compõem a letra da música “O sapo não lava o pé”. Juntos devem refletir sobre a escrita e pensar sobre quais letras utilizar, sem deixar sobrar nenhuma letra.
3. Esclarecer as diferentes funções do trabalho em dupla: um escreve e o outro dita, cada um contribuindo com o outro.
4. Certificar-se de que os alunos não consultam o texto; isto transformaria a atividade em uma situação e cópia, que não é a proposta.
5. Ajustar o nível de desafio às possibilidades dos alunos, para que realmente tenham problemas a resolver.
6. Garantir a máxima circulação de informações, promovendo a socialização das produções escritas.
Adequação da atividade considerando os conhecimentos dos alunos
Alunos com escrita não-alfabética:
• Os alunos com escrita silábica, por exemplo, que já fazem uso do conhecimento sobre o valor sonoro das letras, podem fazer parceria com alunos com escrita silábica que fazem pouco ou nenhum uso do valor sonoro, com alunos de escrita silábico-alfabética ou de escrita pré-silábica.
Nessas parcerias podemos propor que:
• Os alunos com escrita silábica, que fazem pouco ou nenhum uso do valor sonoro, escrevam, enquanto os alunos com escrita silábica, que já fazem uso do valor sonoro das letras, ditam.
• Os alunos com escrita pré-silábica ditem e os outros parceiros escrevam.
• Os alunos com escrita silábica, que já fazem uso do valor sonoro das letras, escrevam, enquanto s alunos com escrita silábico-alfabética ditam.
Alunos com escrita alfabética:
• Alunos com escrita alfabética podem ser organizados em duplas para realizar a atividade da mesma forma, tendo que pensar nas questões ortográficas. Outra possibilidade é escrever o texto usando letras móveis – o professor deve selecionar e entregar somente as letras que compõem a escrita da canção, tendo os alunos que se concentrar na escrita precisa das palavras.